| dc.description.abstract |
Discute a invasão da Coreia do Sul pelos comunistas e os desdobramentos dessa agressão no contexto internacional. A invasão, inicialmente vista como uma repetição da agressão japonesa na Manchúria, marca uma nova fase nas relações globais, onde a ONU e os Estados Unidos desempenham papéis centrais. Os Estados Unidos, ao se posicionarem contra a agressão em nome da ONU, demonstram que a passividade e a neutralidade no direito internacional não são mais aceitáveis, especialmente após os erros cometidos durante a invasão da Manchúria e a conquista da Abissínia, que incentivaram novos ataques. Destaca o papel crucial dos Estados Unidos, que, com sua força decisiva, evitaram que a ONU seguisse o caminho da Liga das Nações, que se desintegrou devido à falta de ação. A intervenção americana e de outras potências ajudou a evitar o colapso das nações agredidas, como ocorreu em outros conflitos no passado. Sugere que, embora não se possa prever com certeza o que acontecerá na Coreia, é possível afirmar que, sem a ação internacional, as nações agredidas seriam deixadas à mercê dos invasores. Defende a necessidade de uma força policial internacional, capaz de intervir onde for necessário, para que a ordem mundial não dependa exclusivamente dos Estados Unidos. |
pt_BR |