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Microscópio: Erro Que Seria Um Crime (1950-10-11)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-05T12:45:59Z
dc.date.available 2025-02-05T12:45:59Z
dc.date.issued 1950-10-11
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6811
dc.description.abstract Reflete sobre a vitória de Getúlio Vargas e suas implicações para a democracia no Brasil. Vargas, ao retornar ao poder, simboliza a vitória da demagogia sobre uma democracia já debilitada, e a fragilidade deste sistema é visível. Denuncia que, enquanto alguns propõem soluções extremas ou capitulação, a verdadeira resposta dos democratas deve ser a vigilância constante. Ele enfatiza que, embora os democratas tenham perdido uma batalha importante, a guerra pela democracia ainda não está perdida. Alerta sobre a tendência autoritária de Getúlio Vargas, destacando sua propensão ao governo pessoal e discricionário, e contrapõe essa tendência com a necessidade de resistência democrática. Sugere que, diante dos erros inevitáveis de Vargas e de suas promessas não cumpridas, os democratas devem se fortalecer e não se render. A capitulação, para Pilla, seria não apenas um erro, mas um crime, pois isso abriria espaço para abusos de poder. Também reconhece que a vitória de Vargas nas urnas deve ser aceita, mas com a condição de que o presidente se mantenha dentro dos limites da lei. Defende a oposição honesta e incansável ao antigo ditador, sem cair na tentação de acordos que possam facilitar o retorno de abusos autoritários. O foco deve ser na defesa incansável da democracia, não cedendo às pressões e mantendo a vigilância política. pt_BR
dc.subject Getúlio Vargas; Demagogia; Democracia; Oposição Honesta; Erros; Promessas pt_BR
dc.title Microscópio: Erro Que Seria Um Crime (1950-10-11) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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