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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-02-05T12:48:39Z | |
dc.date.available | 2025-02-05T12:48:39Z | |
dc.date.issued | 1950-10-18 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6812 | |
dc.description.abstract | Critica o governo de Getúlio Vargas e sua tentativa de instaurar um governo de conciliação. Vargas busca anular a oposição, utilizando a pacificação como argumento, mas Pilla aponta que isso enfraquece a democracia e os partidos políticos. Para Pilla, essa abordagem enfraquece a democracia, já que a oposição legítima é uma força vital para o sistema democrático. Questiona a eficácia do "acordo" entre os partidos, alegando que ele só beneficia o governante, enfraquecendo as forças políticas. Argumenta que o país não está em guerra civil, mas apenas vivendo uma diferenciação natural entre vencedores e vencidos nas eleições, o que é normal em uma democracia. A oposição deve reconhecer a legitimidade do governo, e o governo deve respeitar os direitos da oposição, para que a pacificação seja alcançada. Ao invocar a necessidade de pacificação, acredita que não se deve enfraquecer a oposição, pois isso pode levar a uma ditadura, em vez de resolver os problemas econômicos e políticos do país. Um governo eficaz depende de uma oposição ativa e bem-inspirada. A pacificação proposta por Vargas não seria uma solução, mas sim uma forma de adormecer a resistência democrática, abrindo caminho para a concentração de poder nas mãos do governo. | pt_BR |
dc.subject | Getúlio Vargas; Governo de Conciliação; Democracia; Oposição; Pacificação; Partidos Políticos | pt_BR |
dc.title | O Acordo e o Jogo Democrático (1950-10-18) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |