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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-05T12:54:35Z | |
| dc.date.available | 2025-02-05T12:54:35Z | |
| dc.date.issued | 1950-11-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6814 | |
| dc.description.abstract | Discute o papel da imprensa no contexto político, especialmente após a vitória de Getúlio Vargas. Destaca que a liberdade é essencial para o funcionamento adequado da imprensa, pois, sem ela, a opinião pública não pode se manifestar livremente. Critica certos jornais que, ao invés de promoverem a democracia e as instituições representativas, se alinham com a ditadura e buscam desmoralizar o Poder Legislativo, a base da liberdade política. Questiona por que, enquanto se defende a supressão do Legislativo, o Poder Executivo, mesmo sendo inepto e corrupto, não é tratado com o mesmo rigor. Faz uma distinção entre dois tipos de imprensa: uma que cumpre uma missão social, que só pode prosperar em um clima de liberdade, e outra que existe apenas para manter seus próprios interesses, muitas vezes se aliando a regimes autoritários que lhe oferecem favores e recursos. Essa segunda forma de imprensa, segundo ele, é parasitária e sobrevive em ambientes de arbítrio, onde a liberdade é limitada. Observa que, para essa imprensa, a liberdade é vista como uma ameaça, já que dificulta sua atuação desonesta. Conclui que, embora a imprensa deva ser filha da liberdade, certas partes dela buscam sua destruição quando favorecem regimes autocráticos. | pt_BR |
| dc.subject | Liberdade; Imprensa; Ditadura; Poder Legislativo; Poder Executivo; Getúlio Vargas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Imprensa e Liberdade (1950-11-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |