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Microscópio: A Balança e a Espada (1950-11-21)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-05T13:43:39Z
dc.date.available 2025-02-05T13:43:39Z
dc.date.issued 1950-11-21
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6821
dc.description.abstract Analisa a situação política do Brasil pós-eleições, destacando as complicações que surgem no sistema presidencial latino-americano. Apesar da eleição de Getúlio Vargas ter ocorrido de maneira ordeira, surgiram disputas sobre a exigência de uma maioria absoluta ou relativa. Observa que muitos políticos e juristas se posicionaram de acordo com seus interesses, sem considerar a questão em termos de princípios constitucionais. Para ele, essa era uma questão que deveria ser decidida exclusivamente pelo poder judiciário, e a sociedade deveria respeitar sua determinação. No entanto, a intervenção das forças armadas, lideradas por generais como o presidente do Clube Militar e o comandante da Primeira Região, fez com que o processo político se desviasse do caminho institucional. Critica o fato de que, em vez de se resolver dentro dos parâmetros democráticos, a disputa política foi influenciada pela ação militar, o que indicava um abandono da autoridade civil. Também aponta que, em contraposição, o governo de Vargas também recorreu à força, ou seja, à "espada", para garantir a vitória da maioria absoluta, o que resultou em um embate entre diferentes grupos militares e civis. Essa situação, para Pilla, abala a ordem civil e representa uma ameaça à estabilidade política e ao funcionamento das instituições democráticas no país. pt_BR
dc.subject Eleição; Maioria absoluta; Getúlio Vargas; Poder Judiciário; Forças armadas; Intervenção militar; Autoridade civil pt_BR
dc.title Microscópio: A Balança e a Espada (1950-11-21) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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