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Microscópio: Escrúpulos Constitucionais (1951-03-17)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-06T13:03:10Z
dc.date.available 2025-02-06T13:03:10Z
dc.date.issued 1951-03-17
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6856
dc.description.abstract Discute a tentativa do presidente Getúlio Vargas de comparecer pessoalmente ao Congresso para ler sua mensagem, uma prática que teria sido um ato político de grande importância. No entanto, ele voltou atrás devido à Constituição, que, segundo Pilla, apenas impede o bem, sem conseguir evitar os abusos e degradações do regime instituído em 1889. Critica a letra da Constituição de 1946, que exige que a mensagem presidencial seja remetida ao Congresso por meio de um alto funcionário, como um secretário da Presidência. Argumenta que, embora a Constituição exija que a mensagem seja enviada, ela não especifica que o presidente não possa entregá-la pessoalmente. Para Pilla, essa prática não violaria o texto constitucional, já que a mensagem continuaria sendo remetida, mas de forma mais autoritária, ou seja, pelo próprio presidente, e não por um intermediário. Ele vê isso como uma possível inovação que poderia aperfeiçoar o regime, mas que foi rejeitada devido a escrúpulos constitucionais que, para ele, eram falsos. Destaca a tensão entre a letra da lei e as necessidades políticas de modernização e fortalecimento do regime, chamando a atenção para as limitações da Constituição em seu papel de impedir a evolução do regime político. pt_BR
dc.subject Getúlio Vargas; Congresso; Mensagem; Constituição; Política; Regime pt_BR
dc.title Microscópio: Escrúpulos Constitucionais (1951-03-17) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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