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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T13:10:22Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T13:10:22Z | |
| dc.date.issued | 1951 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6858 | |
| dc.description.abstract | Analisa a complexidade da política municipal e sua relação com os níveis estadual e federal. Ele começa destacando as diferenças nas situações políticas e administrativas de cada município, o que impede a formulação de normas rígidas e absolutas para orientar a política local. Contudo, defende que, apesar da flexibilidade necessária, devem existir diretrizes gerais para assegurar coerência dentro dos partidos, mantendo a unidade entre as agremiações nacionais, estaduais e municipais. Critica a tendência de realizar alianças eleitorais exclusivamente com o objetivo de garantir vitórias, sem considerar a afinidade ideológica ou moral dos partidos envolvidos. Argumenta que tais alianças podem desvirtuar a natureza política das eleições, prejudicando a estrutura dos partidos. Ele destaca a importância de as alianças municipais respeitarem os princípios gerais dos partidos e manterem uma conexão ideológica, evitando contradizer as posições estaduais e nacionais. Além disso, enfatiza a importância das eleições municipais, que, apesar de se referirem a uma circunscrição limitada, têm repercussões políticas gerais. O resultado pode afetar diretamente o governo estadual e até o cenário federal, especialmente se o pleito for favorável ou contrário ao governo em exercício. Por fim, sugere que todas as alianças eleitorais municipais sejam analisadas e aprovadas pelos diretórios estaduais para evitar contradições e garantir a harmonia política geral. | pt_BR |
| dc.subject | Política Municipal; Normas Gerais; Flexibilidade; Partidos Nacionais; Repercussão Política | pt_BR |
| dc.title | Eleições Municipais E Partidos Nacionais (1951) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |