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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T13:31:26Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T13:31:26Z | |
| dc.date.issued | 1951-04-28 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6865 | |
| dc.description.abstract | Comenta a inserção de um discurso de Getúlio Vargas no contexto do Poder Legislativo, se posiciona em relação à deturpação do regime político vigente. Ele refuta a ideia de que o ato de apresentar moções de confiança ao Executivo seja uma evolução política. Em sua visão, essa prática revela uma involução do sistema, pois o Congresso, ao demonstrar apoio ao presidente sem a possibilidade de igualmente manifestar sua censura, não exerce de fato sua função constitucional de fiscalização e equilíbrio de poderes. Destaca que, para ser uma verdadeira manifestação democrática, o Legislativo não deve apenas aprovar moções de confiança, mas também deveria ter o direito de votar moções de desconfiança, o que permitiria uma maior independência e um controle efetivo sobre o Executivo. Lamenta a submissão do Legislativo ao Executivo, uma característica do presidencialismo latino-americano, que enfraquece a divisão de poderes e impede o progresso político. Concordando com um comentário de seu correligionário, reforça que a única solução para essa distorção política seria a adoção do parlamentarismo. Ele defende que o sistema parlamentarista, já discutido anteriormente no Congresso, poderia restaurar o equilíbrio entre os poderes e corrigir as falhas do presidencialismo, oferecendo maior liberdade e independência ao Legislativo. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentaristas; Regime; Poder Legislativo; Moção de Confiança; Getúlio Vargas; Execução | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Involução do Regime (1951-04-28) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |