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Microscópio: Diátese Ditatorial (1951-05-10)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-06T13:45:51Z
dc.date.available 2025-02-06T13:45:51Z
dc.date.issued 1951-05-10
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6870
dc.description.abstract Faz uma crítica à forma como o comunismo é utilizado como pretexto para justificar golpes de Estado e regimes autoritários. Ele argumenta que, embora o comunismo represente uma ameaça real, especialmente na União Soviética, sua verdadeira ameaça reside na maneira como é explorado internamente para suprimir a liberdade. Cita o exemplo do presidente do Panamá, Arnulfo Arias, que, assim como Getúlio Vargas em 1937, usou o comunismo como justificativa para instaurar uma ditadura, representando mais uma manifestação do autoritarismo latino-americano. Ele aponta que, historicamente, esses regimes sempre alegaram a necessidade de proteger o país, seja contra inimigos internos ou, mais recentemente, o comunismo, mas, na prática, essa é uma tendência caudilhesca que se perpetua com o presidencialismo. Critica o presidencialismo, alegando que, em vez de promover a educação democrática do povo, ele acaba por fortalecer essas tendências autoritárias. Ele faz uma comparação entre a Europa, onde os regimes parlamentares lidam com o comunismo de forma mais controlada, e a América, onde o presidencialismo torna os países mais vulneráveis à ditadura. Para ele, a verdadeira razão dessa diferença é a falta de uma democracia completa na América Latina, que permite que o comunismo se espalhe e se torne um pretexto para a imposição de regimes autoritários. pt_BR
dc.subject Comunismo; Ditadura; Golpe de Estado; Panamá; Getúlio Vargas; Presidencialismo; Caudilhismo pt_BR
dc.title Microscópio: Diátese Ditatorial (1951-05-10) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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