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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T13:48:34Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T13:48:34Z | |
| dc.date.issued | 1951-05-11 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6871 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a ideia de irradiação das sessões legislativas, defendendo inicialmente que, como as assembleias representam o povo, seus debates devem ser acompanhados de perto pela sociedade. Ele destaca que a imprensa muitas vezes não consegue captar e transmitir de forma fiel os discursos importantes, prejudicando o acesso da população às discussões. Contudo, ao observar a prática, reconhece que a teoria de transmitir essas sessões é difícil de aplicar. Argumenta que, em uma sessão legislativa, muitas discussões são irrelevantes e podem se tornar enfadonhas para o público, caso sejam transmitidas ao vivo. O sistema presidencial, segundo ele, exacerba essa tendência, pois os representantes acabam falando excessivamente, sem atingir objetivos concretos, o que acaba tornando as sessões mais sensacionalistas do que produtivas. A irradiação, ao expandir a audiência, transforma os legisladores em “atores” buscando popularidade, o que compromete a seriedade dos debates. No sistema parlamentar, acredita que a transmissão das sessões seria mais apropriada, pois os parlamentares falam menos, mas têm mais poder para decidir. No sistema presidencial, ele defende que a mídia deveria limitar-se a resumos e comentários das sessões, para preservar a dignidade e a efetividade das instituições representativas. | pt_BR |
| dc.subject | Irradiação; Assembleias Representativas; Imprensa; Rádio; Gravidade; Popularidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Rádio e Parlamento (1951-05-11) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |