Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-07T11:07:17Z | |
| dc.date.available | 2025-02-07T11:07:17Z | |
| dc.date.issued | 1951-06-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6882 | |
| dc.description.abstract | Aborda a polêmica em torno da gratificação adicional para os funcionários públicos, ressaltando que o debate pode agora ser conduzido com mais calma. No calor da discussão, os deputados favoráveis à gratificação eram vistos como amigos do funcionalismo, enquanto os contrários eram taxados de inimigos da classe. No entanto, ele argumenta que essa visão é simplista e enganosa. O verdadeiro papel de um representante da nação não é agradar um grupo específico, mas sim defender os interesses do país como um todo. Além disso, a gratificação proposta não beneficiaria igualmente toda a categoria. Apenas os funcionários mais antigos, já situados nos cargos mais altos e com melhores salários, seriam os principais favorecidos. Os funcionários mais novos e com vencimentos mais modestos não receberiam o mesmo impacto positivo, mas sofreriam as consequências do aumento do custo de vida gerado pela medida. Contesta a narrativa propagada na imprensa de que quem votou contra a gratificação era inimigo do funcionalismo. Para ele, se há alguém prejudicado nessa equação, são justamente os servidores mais humildes, que não serão beneficiados e ainda terão que lidar com a inflação decorrente do reajuste salarial dos mais favorecidos. Assim, ele reafirma que a verdadeira justiça social não está em ampliar vantagens para quem já está no topo, mas sim em favorecer aqueles que realmente precisam. | pt_BR |
| dc.subject | Gratificação adicional; Funcionalismo público; Desigualdade salarial; Justiça social; Papel do legislador; Narrativa da imprensa | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Inimigos do Funcionalismo (1951-06-02) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |