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Microscópio: Sintoma Alarmante (1951-06-13)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-07T11:23:17Z
dc.date.available 2025-02-07T11:23:17Z
dc.date.issued 1951-06-13
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6885
dc.description.abstract Critica a incoerência de Getúlio Vargas, que se candidatou à presidência aceitando plenamente o sistema constitucional vigente, mas, depois de eleito, passou a alegar que a Constituição o impede de governar. Segundo ele, Vargas sabia exatamente das limitações e possibilidades do regime, e se fez promessas exageradas, isso foi por sua própria responsabilidade. Aponta ainda a contradição de Vargas em relação a Eurico Dutra. No passado, o atual presidente criticava seu antecessor por não resolver os problemas nacionais. No entanto, agora que está no cargo, confessa sua própria incapacidade, o que demonstra hipocrisia política. Discorda da justificativa de Vargas, argumentando que, na prática, o presidente tem um poder imenso. Ele conta com uma maioria absoluta no Congresso, que lhe permite aprovar as leis e obter os recursos necessários, além de possuir prerrogativas constitucionais comparáveis às dos antigos monarcas. Sendo assim, nada lhe falta para governar de maneira eficaz, seja no modelo democrático ou presidencialista. Para Pilla, a verdadeira questão não é a falta de instrumentos de governo, mas sim a falta de boa vontade de Vargas para governar democraticamente. Essa recusa em exercer a democracia representa, segundo ele, o mais grave sintoma da política brasileira atual. pt_BR
dc.subject Getúlio Vargas; Constituição vigente; Promessas eleitorais; Incoerência política; Democracia; Poder presidencial pt_BR
dc.title Microscópio: Sintoma Alarmante (1951-06-13) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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