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Microscópio: A Parte do Leão (1951-06-12)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-07T11:26:02Z
dc.date.available 2025-02-07T11:26:02Z
dc.date.issued 1951-06-12
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6886
dc.description.abstract Responde à carta de um leitor, que também é funcionário público, e discorda de suas críticas às gratificações adicionais. O leitor argumenta que trabalha há 25 anos sem promoção, mesmo com boas avaliações de desempenho, e que a gratificação melhoraria sua situação. Pilla reconhece essa dificuldade, mas propõe que o leitor analise a questão de forma ampla, e não apenas pelo caso pessoal. Ele destaca que a gratificação beneficiaria muito mais os funcionários que já estão nos degraus mais altos da carreira, pois o cálculo considera tempo de serviço e vencimentos, favorecendo quem já ganha mais. Enquanto isso, os funcionários mais novos, que estão na base e mais precisam de aumento, praticamente não seriam beneficiados, pois só começariam a receber a gratificação após 15 anos. Diante disso, Pilla questiona: há justiça nesse modelo? Será que essa medida realmente ajuda os mais necessitados em uma época de dificuldades econômicas? Para ele, a resposta é não. Conclui que a proposta de gratificação adicional não resolve os problemas do funcionalismo, pois foi elaborada pelos altos funcionários, que se reservaram a maior parte dos benefícios. Em vez de corrigir desigualdades, essa política apenas reforça privilégios existentes, sem atender às necessidades reais da categoria. pt_BR
dc.subject Funcionário público; Gratificações adicionais; Desigualdade salarial; Justiça social; Falhas na administração; Benefícios concentrados pt_BR
dc.title Microscópio: A Parte do Leão (1951-06-12) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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