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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-07T12:11:41Z | |
| dc.date.available | 2025-02-07T12:11:41Z | |
| dc.date.issued | 1951-03-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6895 | |
| dc.description.abstract | Analisa o início do governo de Getúlio Vargas, destacando a falta de definição clara sobre sua política administrativa após um mês de mandato. Ele observa que, no sistema presidencial, o governante é eleito com uma plataforma genérica, e só depois revela suas ações concretas. Contudo, critica o fato de, até então, o governo se limitar a preencher cargos públicos e fazer acordos partidários para garantir posições de poder, sem apresentar um programa de ação ou soluções para problemas urgentes. Não atribui toda a responsabilidade a Vargas, mas aponta que o presidencialismo favorece sua tendência ao oportunismo, já que o presidente tem um poder quase absoluto e não é forçado a tomar medidas conforme as necessidades da população ou as demandas da opinião pública. Ele observa que, enquanto os ministros têm suas próprias políticas individuais, elas se anulam quando entram em conflito, como no caso da política externa. Enquanto o ministro das Relações Exteriores defende a aliança com as democracias ocidentais, o ministro da Guerra favorece o totalitarismo russo, criando uma contradição interna que não parece incomodar o presidente. Para ele, essas divisões dentro do governo são vistas como oportunidades para Vargas, que escolhe a linha de ação mais conveniente quando necessário. Em resumo, o governo de Vargas, até aquele momento, se caracterizava por falta de direção clara, sendo marcado principalmente por acordos de poder e pragmatismo político. | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Governo presidencial; Oportunismo; Política administrativa; Acordos partidários; Sistema presidencial; Política externa | pt_BR |
| dc.title | Governo Sem Política (1951-03-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |