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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T10:50:19Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T10:50:19Z | |
| dc.date.issued | 1951-09-20 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6926 | |
| dc.description.abstract | Discute a diversidade dos sistemas de governo parlamentar, comparando diferentes modelos adotados no mundo. Ele reconhece que há variações entre o parlamentarismo inglês, francês, italiano, canadense e australiano, assim como há diferenças entre os sistemas presidencialistas nos Estados Unidos, Brasil e outros países da América Latina. No entanto, ele argumenta que há um elemento comum essencial ao parlamentarismo: o Poder Executivo deve ser um órgão coletivo, e os ministros precisam ter a confiança do Parlamento. Rebate a tese do publicista Oto Prazeres, que sugere que as diferenças entre os modelos tornam inviável a adoção do parlamentarismo no Brasil por meio de uma emenda constitucional. Ele destaca que, mesmo existindo variações, a essência do sistema parlamentar permanece a mesma. Além disso, menciona que a proposta de emenda constitucional em debate na Câmara dos Deputados já define claramente como funcionaria o modelo brasileiro, permitindo sua implementação sem grandes dificuldades. Também aborda a questão do tamanho do gabinete ministerial, ressaltando que, ao contrário da Inglaterra, onde apenas parte dos ministros compõe o governo central, no Brasil, o número reduzido de pastas ministeriais permitiria que todo o ministério participasse do governo. Assim, ele conclui que as distinções entre os sistemas não devem ser usadas como argumento contra a adoção do parlamentarismo, pois a proposta já estabelece diretrizes suficientes para sua viabilidade no país. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Presidencialismo; Poder Executivo; Órgão Coletivo; Ministros; Oto Prazeres; Brasil | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Variações do Sistema (1951-09-20) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |