Resumo:
Analisa o repto lançado pelo Senador Vitorino Freire às Oposições Coligadas no Maranhão, que propuseram uma renúncia geral para que novas eleições fossem realizadas, a fim de verificar quem realmente tinha o apoio popular. A ideia central seria a realização de um novo pleito, ou, no mínimo, uma eleição suplementar para o cargo de governador, caso fosse comprovado que Eugênio de Barros não havia realmente alcançado a maioria dos votos. Sugere que, se a proposta incluir a renúncia do próprio Eugênio de Barros, o plebiscito seria legítimo. Entretanto, destaca uma condição fundamental: a necessidade de que a pessoa à frente do governo maranhense fosse imparcial e capaz de garantir um pleito livre e justo. Caso isso acontecesse, a disputa entre vitorinistas e anti-vitorinistas se daria em condições iguais e democráticas. Sugere que, se o repto de Vitorino Freire for seguido de forma honesta, sem a intenção de manter vantagens indevidas, o caso do Maranhão poderia ser resolvido de maneira democrática, por meio de um verdadeiro plebiscito, onde o povo teria a chance de escolher o líder de forma livre.