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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T11:04:42Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T11:04:42Z | |
| dc.date.issued | 1951-09-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6931 | |
| dc.description.abstract | Comenta sobre uma rebelião militar na Argentina, que, embora tenha sido rapidamente reprimida, traz à tona um importante sinal sobre o regime ditatorial. Discute a possibilidade de a revolta ter sido espontânea ou uma manobra provocada pelo próprio governo de Perón, destacando que, de qualquer forma, o episódio revela a fragilidade dos regimes baseados na força. Se a rebelião foi espontânea, indica que a nação, incluindo as forças armadas, já estava saturada com a ditadura. Se foi provocada, mostra que o governo está enfraquecido e recorreu a táticas de manipulação para se manter no poder. Aponta que os governos militares acabam sendo prejudiciais, até para as próprias forças armadas, pois eles tendem a dividi-las e desorganiza-las. A verdadeira unidade das forças armadas só pode ser preservada em um governo livre e civil, que permita a elas focar em sua função principal: a defesa nacional. Embora não se oponha à intervenção militar ocasional em situações críticas, defende que, após cumprir seu papel, os militares devem retornar aos quartéis, assim como um cirurgião retorna ao seu trabalho após uma operação. Esse raciocínio revela uma crítica ao uso prolongado do poder militar na política e uma defesa do governo civil e democrático como condição para a estabilidade e o fortalecimento das instituições. | pt_BR |
| dc.subject | Militar; República Argentina; Perón; Ditadura; Força; Rebelião Espontânea; Intervenção Militar; Quartéis | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Fragilidade da Ditadura (1951-09-02) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |