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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T11:26:04Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T11:26:04Z | |
| dc.date.issued | 1951-10-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6937 | |
| dc.description.abstract | Analisa um caso controverso nas eleições do Maranhão, onde o procedimento da Justiça Eleitoral levanta sérias questões sobre a legitimidade do processo eleitoral. O estado enfrentou um cenário de indefinição no pleito para governador, em que o Tribunal Regional Eleitoral diplomou um dos candidatos, mas, após a anulação de várias mesas, o Superior Tribunal Eleitoral interveio. A situação se complicou com a morte de um dos candidatos, o que gerou dúvidas sobre a continuidade da eleição. Em vez de convocar uma eleição suplementar, como ocorreu para outros cargos, o Tribunal decidiu empossar o candidato sobrevivente. Critica essa decisão, alegando que a morte do candidato não deveria resultar automaticamente na posse do outro, pois o princípio democrático fundamental é que o vencedor deve ser o candidato que obtiver a maioria dos votos. A morte de um dos candidatos impediu que essa maioria fosse determinada de maneira justa, o que comprometeria a representatividade popular. Também destaca que o processo eleitoral deve respeitar os princípios constitucionais, como a importância dos partidos políticos e das coligações. Para Pilla, a solução correta seria a realização de uma nova eleição, assegurando que a vontade do povo fosse devidamente refletida no resultado, e não apenas validando uma decisão que, segundo ele, carecia de legitimidade democrática. | pt_BR |
| dc.subject | Maranhão; Justiça Eleitoral; Eleição para Governador; Tribunal Superior Eleitoral; Candidato Opositor; Morte do Candidato; Democracia | pt_BR |
| dc.title | O Maranhão e a Justiça Eleitoral (1951-10-02) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |