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Microscópio: Pletora Legislativa (1951-07-14)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-10T11:42:40Z
dc.date.available 2025-02-10T11:42:40Z
dc.date.issued 1951-07-14
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6942
dc.description.abstract Reflete sobre a crítica comum ao Congresso, que é acusado de ter pouco rendimento em seu trabalho. Ele distingue dois tipos de censura: a infundada, que ataca o Congresso por não trabalhar, e a mais justa, que reconhece o trabalho legislativo, mas questiona sua eficácia. Afirma que o Congresso não deve ser visto apenas como uma máquina de produção de leis, como ocorre nas ditaduras, mas como uma instituição responsável por decisões mais complexas e importantes. A sua relevância é medida, muitas vezes, pelas más leis que evita, mais do que pelas boas que cria. No entanto, ele admite que o baixo rendimento legislativo é um problema real no Brasil. O que causa isso, segundo Pilla, é o excesso de atividade legislativa. Todos os anos, surgem mais de mil projetos de lei, o que torna difícil para os parlamentares acompanharem e deliberarem de forma eficiente. Ao analisar a ordem do dia de uma sessão, aponta que havia 63 proposições em um único dia, o que dificulta a análise cuidadosa das propostas mais relevantes. Além disso, muitas dessas proposições são secundárias ou irrelevantes, congestionando as comissões e o plenário, impedindo a aprovação de leis realmente necessárias. A solução proposta é que os legisladores busquem legislar menos, mas de forma mais eficaz e focada. pt_BR
dc.subject Congresso; Censura; Rendimento legislativo; Excesso de proposições; Legislar melhor; Eficiência pt_BR
dc.title Microscópio: Pletora Legislativa (1951-07-14) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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