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Microscópio: Remédio Contraproducente (1951-07-20)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-10T11:47:23Z
dc.date.available 2025-02-10T11:47:23Z
dc.date.issued 1951-07-20
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6944
dc.description.abstract Critica a decisão da Câmara dos Deputados de manter as ações ao portador sem submetê-las ao imposto progressivo de renda, o que poderia corrigir um dos principais problemas sociais relacionados a essas ações. Sugere que, para evitar a evasão fiscal, seria possível incluir os dividendos das ações ao portador no sistema de imposto progressivo, obrigando a fonte pagadora a fazer a declaração correspondente. No entanto, questiona a razão pela qual esse recurso não foi utilizado, sugerindo que poderia ser por comodismo ou para enfraquecer indiretamente as ações ao portador, apesar da decisão da Câmara de mantê-las. Argumenta que a Câmara, ao manter as ações ao portador, não deveria torná-las praticamente inúteis. Porém, observa que, mesmo assim, as ações continuarão a beneficiar grandes investidores, que pagarão um imposto proporcional de 30%, evitando o imposto progressivo que poderia alcançar até 50%. Assim, essas ações, em vez de promoverem a democratização do capital, acabam favorecendo a concentração de riqueza nas mãos dos grandes investidores. Alerta que, caso a Câmara não corrija essa situação, cabe ao Senado tomar as devidas providências para garantir que as ações ao portador não resultem em mais desigualdade social. pt_BR
dc.subject Ações ao portador; Imposto progressivo; Evasão fiscal; Concentração de capital; Imposto proporcional; Democracia econômica pt_BR
dc.title Microscópio: Remédio Contraproducente (1951-07-20) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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