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| dc.contributor.author |
Pilla, Raul |
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| dc.date.accessioned |
2025-02-10T12:00:43Z |
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| dc.date.available |
2025-02-10T12:00:43Z |
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| dc.date.issued |
1952-03-02 |
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| dc.identifier.uri |
http://hdl.handle.net/20.500.11959/6949 |
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| dc.description.abstract |
Aborda a censura imposta a uma marcha carnavalesca, que foi proibida por satirizar promessas eleitorais e a realidade do custo de vida. Destaca que, embora a censura seja uma violação dos direitos, o aspecto mais grave é a conformidade generalizada com a repressão, até mesmo entre os críticos da violência policial. Ele faz uma análise da Constituição, que permite censura apenas em espetáculos e diversões públicas, sem, no entanto, suprimir a liberdade de pensamento. Argumenta que a censura não deveria se estender à manifestação crítica ao governo, a não ser que haja risco moral ou de ordem pública, algo que não parece justificar a proibição da marcha. Ele também questiona a atuação policial, afirmando que a censura só poderia agir em espaços públicos, como lugares de exibição, não em gravações privadas. Para Pilla, a interpretação correta do texto constitucional exige restrição apenas em casos de moralidade e ordem pública, mas admite que a Constituição falha por não definir claramente os objetivos e os limites da censura. Defende a liberdade de expressão e critica o uso abusivo do poder governamental para suprimir manifestações críticas sem fundamentos legítimos. |
pt_BR |
| dc.subject |
Censura; Marcha Carnavalesca; Promessas Eleitorais; Custo de Vida; Violência Policial; Conformidade; Constituição; Liberdade de Pensamento |
pt_BR |
| dc.title |
Microscópio: Os Limites da Censura (1952-03-02) |
pt_BR |
| dc.type |
Other |
pt_BR |
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