Resumo:
Comenta sobre o papel de seu colega Benedito Costa Neto na Assembleia Constituinte, destacando sua liderança enérgica e sua firme adesão à constituição vigente. Reconhece que o temperamento autoritário de Costa Neto é a base de seu grande apreço pela constituição, o que explica sua oposição ao movimento parlamentarista que ganha força no Congresso. Apesar da crítica dura de Costa Neto, Pilla e seus correligionários não se sentem ofendidos, pois compreendem a posição do colega, que enxerga o movimento parlamentarista como um retrocesso, em contraste com sua visão conservadora. Argumenta que a insistência na ideia parlamentarista é um erro, comparando aqueles que defendem essa ideia a um animal encalhado na porta de uma venda, alheio à dinâmica da vida que se desenrola ao redor. Ele rebate a crítica que lhe é dirigida, afirmando que não estão "empacados", como sugerido, mas que buscam tirar o país de uma situação de estagnação política, que remonta a décadas de atraso. Para Pilla, a tentativa de reforma é um esforço legítimo para remover o carro do Estado de uma posição decadente, em busca de um futuro mais progressista, apesar das dificuldades e pressões enfrentadas.