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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T12:08:45Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T12:08:45Z | |
| dc.date.issued | 1952-03-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6952 | |
| dc.description.abstract | Critica a política econômica do governo em relação à intervenção na produção de açúcar, um exemplo da subversão das leis econômicas no Brasil. A situação descrita envolve o aumento do preço do açúcar pelo Instituto do Açúcar e do Álcool, autorizado pelo governo, enquanto a Associação dos Usineiros se recusa a aumentar o preço, considerando-o já remunerador. No entanto, o governo ameaça requisitar o açúcar para revender a um preço mais alto, contrariando as promessas populistas de barateamento de produtos. Argumenta que a intervenção governamental, ao invés de fomentar e melhorar a produção, como seria esperado em uma democracia, está prejudicando tanto os produtores quanto os consumidores. A intervenção do governo no setor econômico, longe de promover a prosperidade geral, cria uma situação onde os produtores são forçados a se organizar de acordo com os interesses do Estado, levando a monopólios e distorções no mercado. Além disso, a burocracia instalada nos institutos de produção acaba explorando ainda mais os produtores reais, os que trabalham nos campos. Critica fortemente o governo de Getúlio Vargas, que iniciou a política de monopolização da produção e aumento artificial de preços, prejudicando o consumidor e criando uma situação de inflação e escassez no mercado de produtos básicos. Destaca que a política econômica atual é uma inversão dos princípios de uma economia livre, favorecendo os interesses de um pequeno grupo em detrimento da população. | pt_BR |
| dc.subject | Instituto do Açúcar e do Álcool; Aumento de Preço; Governo Federal; Populismo; Produtores; Consumidores; Intervenção Governamental | pt_BR |
| dc.title | Uma Velha Política de Getúlio (1952-03-04) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |