| dc.description.abstract |
Analisa a falência do governo de Getúlio Vargas, destacando a responsabilidade do Presidente pela crise política e administrativa do país. Reconhece que a culpa pela situação de desgoverno recai diretamente sobre o Presidente da República, que, no regime presidencialista, tem liberdade total para escolher seus auxiliares. Segundo Pilla, Vargas falhou em sua principal tarefa, que é a seleção de seus ministros, e não corrigiu esse erro mesmo após ser apontado por seus próprios aliados. Critica a falta de ação do presidente em substituir ou corrigir os erros cometidos, o que agrava ainda mais a situação do governo. Destaca que, apesar das críticas e da evidente falência do governo, a Nação precisa suportar o regime presidencialista até o final do mandato de Vargas, com a possibilidade de mudanças radicais apenas por um "milagre". Questiona a continuidade desse sistema político, que considera um risco constante para o país, e sugere que a Nação desperte para a necessidade de mudança. A proposta de uma reforma política, com a implantação do sistema parlamentar, ganha força no Congresso, com a maioria da Câmara dos Deputados e do Senado apoiando essa transformação. Conclui com um apelo à ação popular para mudar o rumo do país e evitar mais anos de ineficiência governamental. |
pt_BR |