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Descreve um episódio significativo da política cubana, quando o general Fulgêncio Batista assumiu o poder de forma autoritária, impedindo o Congresso de Cuba de se reunir legalmente. Embora os congressistas soubessem que seu esforço seria infrutífero e arriscado, eles se reuniram para cumprir o seu dever patriótico de defender o mandato popular e protestar contra a usurpação do poder. Ressalta que, embora o gesto parecesse simbólico e sem efeito imediato, ele teve um grande valor, pois representou um ato de resistência e de afirmação da soberania da nação. O protesto contra o golpe de Estado de Batista não só demonstrou a firme oposição dos congressistas, mas também mobilizou a Nação, que se ergueu, embora com medo, contra a tirania. Traça um contraste com o Brasil, lembrando o golpe de 1937, quando as instituições democráticas caíram sem resistência, e a população permaneceu conformada. Para ele, o protesto de Cuba, embora sem sucesso imediato, teve um impacto profundo, deixando uma marca indelével no regime usurpador. Ele sugere que tal atitude poderia ter evitado o longo período de desconfiança sobre a recuperação democrática que se seguiu no Brasil. |
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