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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T13:05:54Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T13:05:54Z | |
| dc.date.issued | 1952-03-22 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6968 | |
| dc.description.abstract | Aborda a instabilidade do sistema parlamentar francês, destacando que a França não pode servir de modelo para países que adotam esse sistema, como o Brasil. Ele critica a Constituição francesa vigente, que impede uma dissolução eficaz da Câmara dos Deputados e dificulta a consulta ao eleitorado. Aponta que, antes de Vichy, a França já sofria com um sistema parlamentar truncado devido à supressão da dissolução da Câmara, que dependia da aprovação do Senado. Isso criava um desequilíbrio entre os poderes, com o Legislativo agindo de maneira irresponsável, já que os ministros podiam ser derrubados pela Câmara sem consequências. Além disso, critica a atual constituição francesa, que estabelece restrições absurdas para a dissolução da Câmara. Ele afirma que não é o tempo decorrido que determina a necessidade de uma nova consulta ao eleitorado, mas sim a alteração na situação política do país. A exigência de aprovação do presidente da Assembleia Nacional para a dissolução da Câmara também é vista como uma falha, pois impede que o presidente da República tenha o poder decisório. Conclui que, assim, a França ainda não pratica um sistema parlamentar verdadeiro, mas sim um governo convencional ou de assembleia, onde a instabilidade governativa é frequente. | pt_BR |
| dc.subject | Sistema parlamentar; França; Instabilidade; Dissolução da Câmara; Constituição; Governo convencional | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Força de Um Complexo (1952-03-22) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |