Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T13:08:08Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T13:08:08Z | |
| dc.date.issued | 1952-03-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6969 | |
| dc.description.abstract | Discute a função do Congresso na elaboração de leis e na fiscalização da administração pública, destacando que, enquanto a criação de leis é uma função central, a adaptação contínua do governo aos sentimentos da Nação e a fiscalização do poder Executivo são igualmente cruciais, especialmente no sistema parlamentar. Ele observa que, no sistema presidencial, essas funções são limitadas e pouco eficazes devido à rigidez do mecanismo constitucional. Critica a maneira como o Congresso, apesar de ter o direito constitucional de fiscalizar e realizar investigações, não possui o poder real para compelir autoridades ou cidadãos a depor ou fornecer informações. Isso resultou em comissões de inquérito ineficazes, onde até funcionários públicos compareciam apenas por "especial deferência", não por obrigação legal. A situação melhorou com a introdução de um projeto de lei, elaborado pelo jurista e deputado Flinio Barreto, que confere maior autoridade às comissões de inquérito. A lei agora permite que essas comissões determinem diligências necessárias e estabeleçam penalidades para quem se recusar a colaborar. Conclui que o Congresso deve agora assumir com seriedade sua função de fiscalização e começar a tarefa de moralizar a administração pública, que se encontra pervertida por anos de governo pessoal e irresponsável. | pt_BR |
| dc.subject | Congresso; Fiscalização; Administração pública; Comissões de inquérito; Moralização | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Investigação Parlamentar (1952-03-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |