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Microscópio: Porque Se Compram Votos (1952-05-11)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-13T15:56:22Z
dc.date.available 2025-02-13T15:56:22Z
dc.date.issued 1952-05-11
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6998
dc.description.abstract Defende que o sigilo do voto é a principal proteção contra a corrupção eleitoral, pois garante ao eleitor a liberdade de decisão, sem sofrer pressões políticas ou econômicas. No isolamento da cabine, ele pode exercer sua consciência cidadã, livre de coações externas. Entretanto, reconhece a contradição de que, mesmo com o voto secreto, a influência do dinheiro nas eleições tem crescido. Ele explica que, no passado, as eleições eram farsas, decididas por poucos, sem participação real dos eleitores. Agora, como o voto efetivamente define resultados, surgiram os compradores de votos, interessados em manipular o processo eleitoral. Apesar disso, considera essa corrupção um problema menor do que a antiga fraude eleitoral, pois, ao menos, há uma disputa real pelo voto. A solução para eliminar essa influência corruptora, segundo Pilla, não está apenas em medidas legais, mas na educação do eleitorado. Se o cidadão compreender o verdadeiro poder do voto e sua responsabilidade para com a coletividade, poderá enganar os corruptores—aceitando o dinheiro, mas votando de acordo com sua consciência. Quando os compradores perceberem que estão gastando em vão, o uso do dinheiro nas eleições se tornará ineficaz e desaparecerá naturalmente. Conclui que a educação cívica é o único meio legítimo para combater a corrupção eleitoral de forma duradoura. pt_BR
dc.subject Sigilo do Voto; Corrupção Eleitoral; Pressões Políticas; Compra de Votos; Educação do Eleitorado; Consciência Cidadã pt_BR
dc.title Microscópio: Porque Se Compram Votos (1952-05-11) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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