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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-13T15:59:17Z | |
| dc.date.available | 2025-02-13T15:59:17Z | |
| dc.date.issued | 1952-05-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6999 | |
| dc.description.abstract | Critica a aprovação em regime de urgência do projeto governamental sobre a Petrobras, liderada pelo então ministro Gustavo Capanema. Segundo Pilla, essa manobra violou o Regimento Interno da Câmara, que só permite urgência para proposições cujos efeitos exijam execução imediata—o que não era o caso do projeto em questão. Argumenta que a criação da Petrobras não exigia votação imediata, pois a exploração do petróleo não dependia de uma aprovação instantânea. Ele ironiza a justificativa do governo, que associava a urgência à necessidade de conter a saída de divisas e a uma suposta ameaça de guerra, como se a simples votação fosse resolver o problema da extração de petróleo no país. Além da violação regimental, alerta para um risco ainda maior: a ameaça ao regime democrático. Para ele, a democracia não se sustenta apenas na existência do Parlamento, mas na livre e ampla discussão de suas propostas. Restringir o debate equivale a silenciar a representação popular, transformando o Congresso em uma chancelaria do Presidente da República. Ele denuncia que pedidos de urgência como esse tornam o Poder Legislativo submisso ao Executivo, esvaziando sua função deliberativa. Por fim, demonstra perplexidade com a passividade dos deputados, que não percebem a erosão do sistema representativo diante dessas práticas abusivas. | pt_BR |
| dc.subject | Regime de Urgência; Petrobras; Violação Regimental; Poder Legislativo; Democracia Representativa; Chancelaria do Executivo; Liberdade de Debate | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Contra o Regimento e Contra O Regime (1952-05-14) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |