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Microscópio: Experiência Mortal (1952-06-03)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-13T16:24:33Z
dc.date.available 2025-02-13T16:24:33Z
dc.date.issued 1952-06-03
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7008
dc.description.abstract Reflete sobre a experiência presidencialista no Brasil, questionando as declarações do senador Aloísio de Carvalho, que afirmou que 50 anos de presidencialismo no país seriam uma experiência ainda curta. Contesta, apontando que, na verdade, o Brasil já vivencia essa experiência há 60 anos, o que abrange várias gerações. Ele também menciona a curta duração do sistema parlamentarista durante o Império, que não alcançou nem de longe o tempo do presidencialismo. No entanto, Pilla alerta que o tempo não é o único critério para avaliar a eficácia de um sistema político. O andamento e evolução de uma experiência são mais relevantes. Enquanto o sistema parlamentar se estabeleceu de forma natural, elevando a vida pública brasileira, o presidencialismo, apesar da promessa de regeneração após a revolução republicana, tem levado à decadência contínua dos costumes políticos e ao agravamento dos problemas do país. Observa que a hipertrofia do Poder Executivo, identificada como a principal causa dos males do país, não foi corrigida com o presidencialismo, mas, ao contrário, intensificada. Para ele, os sessenta anos de presidencialismo no Brasil têm mostrado uma declinação constante nos aspectos políticos, econômicos e morais, o que comprova a falência desse modelo. Conclui que a experiência presidencialista se tornou longa demais e perigosa, levando o país a uma crise irremediável. pt_BR
dc.subject Presidencialismo; Parlamentarismo; Brasil; Regeneração; Declínio; Poder Executivo; Política pt_BR
dc.title Microscópio: Experiência Mortal (1952-06-03) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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