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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-13T16:30:06Z | |
| dc.date.available | 2025-02-13T16:30:06Z | |
| dc.date.issued | 1952-05-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7010 | |
| dc.description.abstract | Discute a importância da imprensa para o funcionamento da democracia, destacando que, embora ninguém conteste os benefícios da liberdade e do regime democrático, a sua prática é desafiadora. A democracia exige um mecanismo político adequado, que o Brasil, segundo Pilla, ainda não possui, além de instituições que sustentem a sua existência, com a imprensa sendo uma das mais cruciais. A imprensa tem a função de formar, orientar e refletir a opinião pública, sendo essencial para que a democracia funcione de maneira eficaz, já que a democracia é, em essência, o governo da opinião popular. No entanto, alerta que os avanços tecnológicos ameaçam a função da imprensa, ao reduzir seu papel a simples informação, muitas vezes voltada para a curiosidade do público e gerida como uma indústria, perdendo sua capacidade doutrinária e de formação de opinião. Ele critica a crescente tendência de a imprensa se tornar uma máquina de vender informações, sem preocupações ideológicas, o que pode prejudicar a qualidade da opinião pública e, por consequência, afetar a democracia. Para Pilla, além da informação, é necessário que a imprensa desempenhe uma função doutrinária e social, como instrumento de ação social para sustentar uma democracia saudável. Ele menciona o exemplo do Estado do Rio Grande, que busca cumprir essa missão, destacando que a imprensa doutrinária deve ser protegida para garantir a sustentabilidade da democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Imprensa; Democracia; Opinião Pública; Informação; Doutrina; Tecnologia; Estado do Rio Grande | pt_BR |
| dc.title | O Estado do Rio Grande e a Democracia (1952-05-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |