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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-13T16:56:21Z | |
| dc.date.available | 2025-02-13T16:56:21Z | |
| dc.date.issued | 1952-06-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7018 | |
| dc.description.abstract | Critica a situação política do Brasil, destacando a pobreza de opções políticas e a antecipação da sucessão presidencial como o principal tema no regime vigente. Ele aponta três potenciais candidatos à presidência: Ademar de Barros, Amaral Peixoto e Eurico Dutra, analisando suas qualidades e o impacto que cada um teria no futuro do país. Destaca que, apesar das limitações de Dutra, ele surge como uma alternativa viável contra outros candidatos, o que revela a falta de liderança qualificada no Brasil. Para Pilla, a política brasileira se resume a uma luta incessante pela sucessão presidencial, ignorando questões fundamentais do governo. Critica profundamente o sistema presidencialista, que, ao concentrar tanto poder no presidente, transforma a política nacional em uma disputa para definir o “árbitro” dos destinos do país, em vez de focar em questões estruturais e políticas de longo prazo. Argumenta que, se o Brasil tivesse adotado o sistema parlamentarista, o papel do presidente seria menos central e o governo seria mais dinâmico e focado nas necessidades urgentes do país. A crítica principal é que, sob o presidencialismo, o país se tornou um deserto político, sem alternativas reais e com uma repetição de candidatos medíocres, como Dutra, que foi um dos responsáveis pela volta de Getúlio Vargas. Esse ciclo vicioso de alternância entre Vargas e Dutra é visto como um reflexo das falhas do sistema político brasileiro, incapaz de gerar uma renovação significativa na liderança. | pt_BR |
| dc.subject | Presidencialismo; Sucessão Presidencial; Ademar de Barros; Amaral Peixoto; Eurico Dutra; Política Brasileira | pt_BR |
| dc.title | Deserto de Homens (1952-06-04) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |