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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-13T17:55:29Z | |
| dc.date.available | 2025-02-13T17:55:29Z | |
| dc.date.issued | 1952-06-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7034 | |
| dc.description.abstract | No discurso de saudação ao seu sucessor na presidência do Clube Militar, o general Estillac Leal destacou a gravidade da situação política no Brasil, particularmente em relação à sucessão presidencial e o papel crucial das Forças Armadas na preservação das instituições democráticas. Ele enfatizou que a crise gerada por cada eleição presidencial coloca o País em perigo, sendo somente as Forças Armadas capazes de manter a ordem constitucional. A instabilidade causada pela disputa presidencial e pela intervenção militar periódica evidencia a necessidade de uma reforma política. Pilla sustenta que a Emenda Parlamentarista seria a solução para esse cenário. Com a adoção de um sistema parlamentar, a Presidência da República deixaria de ser uma "ditadura eletiva" e passaria a ser uma magistratura estável e sem sobressaltos, afastando as tensões do poder. A proposta do parlamentarismo não apenas promoveria um governo mais responsável e atento à opinião pública, mas também reduziria as crises associadas à sucessão presidencial. Ao adotar o sistema parlamentarista, o Brasil alcançaria maior tranquilidade política, permitindo que as Forças Armadas se concentrassem em sua missão sem se envolver em disputas eleitorais. Pilla argumenta que, ao separar o poder executivo das tensões da sucessão presidencial, o País alcançaria uma paz política benéfica tanto para os civis quanto para os militares. | pt_BR |
| dc.subject | Sucessão Presidencial; Classe Militar; Crises Eleitorais; Estado Novo; Função Política; Reforma Constitucional; Emenda Parlamentarista | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Mais Útil aos Militares (1952-06-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |