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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T11:25:13Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T11:25:13Z | |
| dc.date.issued | 1952-07-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7036 | |
| dc.description.abstract | Critica a posição do Diretório Nacional da União Democrática Nacional (UDN), que pretende se manifestar contra a reforma parlamentarista, alegando que o atual governo não é favorável a mudanças constitucionais. Questiona a legitimidade dessa postura, argumentando que seria incoerente o partido impedir seus membros de defenderem um princípio democrático fundamental. Menciona o caso do parlamentarista José Augusto, um dos signatários da emenda parlamentarista, para ilustrar como seria absurdo negar a liberdade de voto e debate dentro da própria legenda. Segundo Pilla, se há membros que duvidam da eficácia do sistema parlamentarista, eles são livres para abandoná-lo, mas não devem impor sua posição a todos. Além disso, ele rebate o argumento de que a instabilidade política do governo atual justifica a rejeição da reforma. Pelo contrário, ele sugere que justamente a delicada situação política poderia tornar o parlamentarismo uma solução viável, atuando como um remédio heroico para os problemas do regime. Finaliza com uma metáfora militar, afirmando que um estrategista sensato não destrói pontes nem queima barcos que possam garantir sua retirada. Dessa forma, ele aconselha que a UDN deixe a reforma seguir seu curso, sem precipitações, para avaliar sua viabilidade no momento adequado. | pt_BR |
| dc.subject | UDN; Reforma Parlamentarista; Mudança Constitucional; Instabilidade Política; Metáfora Militar; Viabilidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Queimando os Barcos... (1952-07-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |