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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T11:38:57Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T11:38:57Z | |
| dc.date.issued | 1952-05-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7039 | |
| dc.description.abstract | Relata a tentativa de quatro deputados udenistas de contestar, em uma assembleia de acionistas, a influência avassaladora do Governo sobre o Banco do Brasil. A instituição, dominada pelo Executivo, representa um exemplo da crescente centralização do poder no país. Embora a investida dos parlamentares possa parecer inútil frente à força da máquina estatal, ela tem o mérito de alertar a opinião pública para os perigos à liberdade e à democracia. Denuncia que, sob o Presidencialismo, o Brasil sempre conviveu com uma ditadura política, que agora se expande para os âmbitos econômico, financeiro e social, com órgãos estatais cada vez mais subordinados ao Presidente da República e imunes à fiscalização do Congresso. O Banco do Brasil, com seu imenso poder financeiro, é um símbolo dessa estrutura, funcionando a serviço exclusivo do chefe do Executivo. Diante dessa realidade, Pilla sugere que a única solução viável para restaurar a democracia é eliminar a concentração de poder presidencial, que sustenta todas as demais formas de autoritarismo no país. O episódio dos deputados udenistas, mesmo sem efeitos práticos imediatos, reforça a urgência de uma reforma institucional que substitua o modelo atual por um sistema mais equilibrado e menos suscetível a abusos. Para ele, a adoção do Parlamentarismo seria um caminho para conter a crescente influência do Executivo e garantir uma verdadeira democracia representativa. | pt_BR |
| dc.subject | Banco do Brasil; Centralização do Poder; Democracia; Ditadura; Autoritarismo; Reforma Institucional | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Quatro Mosqueteiros (1952-05-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |