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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T11:58:50Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T11:58:50Z | |
| dc.date.issued | 1952-07-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7045 | |
| dc.description.abstract | Discute a evolução do sistema de divisão de poderes, destacando a transição do absolutismo monárquico, onde o soberano concentrava todos os poderes, para um sistema moderno em que os poderes são distribuídos entre diferentes órgãos do Estado. A divisão de funções, segundo Pilla, é um reflexo do progresso e da lei da divisão do trabalho, que, inicialmente, agrupa funções, mas, à medida que a sociedade avança, elas se tornam mais especializadas. No entanto, a diferenciação dos poderes não implica independência total, mas uma maior interdependência entre eles. Critica a concepção presidencialista que propõe a independência absoluta dos poderes, argumentando que essa visão ignora a interdependência necessária entre os órgãos do Estado, comparando-a com a integração dos sistemas biológicos. Ele cita a crítica de Pedro Dantas, que vê o sistema presidencialista como um "sistema astronômico", onde os poderes do Estado são imperturbáveis e fixos, como órbitas planetárias. Para Pilla, a ideia de uma separação rígida e intransigente dos poderes é equivocada, pois o funcionamento do governo deve ser dinâmico, flexível e adaptável aos fenômenos políticos e sociais, não determinado por regras rígidas e inflexíveis. | pt_BR |
| dc.subject | Divisão de Poderes; Montesquieu; Divisão do Trabalho; Pedro Dantas; Presidencialismo; Sistema Astronômico; Constituição | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Sistema... Astronômico (1952-07-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |