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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T12:01:18Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T12:01:18Z | |
| dc.date.issued | 1952-07-16 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7046 | |
| dc.description.abstract | Analisa a crítica de Manuel Duarte ao presidencialismo, destacando que muitos de seus defensores são, na realidade, antidemocratas ou, no mínimo, céticos em relação às assembleias representativas. Cita o exemplo da antiga Constituição castilhista do Rio Grande do Sul, que atribuía ao Poder Executivo, representado pelo presidente, a tarefa de elaborar o orçamento, e relegava o Poder Legislativo, representado pela Assembleia, a uma função meramente aprobatória. A verdadeira intenção dos defensores do presidencialismo, segundo Pilla, seria a supressão das assembleias representativas, como ocorreu durante o Estado Novo. Também se refere a Oliveira Viana, que, ao analisar a política brasileira, aponta a "parlamentolatria" como uma herança do sistema pseudoparlamentarista do Império, e sugere que a confiança excessiva no parlamento reflete uma falha da sociedade brasileira. Conclui que muitos sociólogos e defensores do presidencialismo, ao invocarem complexos culturais e históricos, falham ao não buscar corrigir tais falhas e complexos, caindo no fatalismo e determinismo biológico. Em última instância, Pilla sugere que o presidencialismo, ao condenar o parlamentarismo, revela uma aversão fundamental às assembleias populares, o que enfraquece a democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Manuel Duarte; Presidencialismo; Antidemocratas; Assembleia Representativa; Orçamento; Estado Novo; Determinismo | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Tendência Profunda... (1952-07-16) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |