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Microscópio: O Espantalho da Dissolução (1952-07-22)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-14T12:17:27Z
dc.date.available 2025-02-14T12:17:27Z
dc.date.issued 1952-07-22
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7050
dc.description.abstract Debate a dissolução parlamentar, defendendo sua importância no sistema parlamentar. Ele menciona que há quem a considere desnecessária, associando-a ao governo de gabinete, mas enfatiza que, para que se tenha um verdadeiro governo parlamentar, a dissolução é fundamental. Sem ela, o governo se torna uma simples delegação do poder legislativo, não havendo o equilíbrio entre os poderes. Argumenta que a dissolução representa o princípio da democracia representativa, permitindo que o governo seja realizado em consonância com a nação, podendo consultá-la em momentos decisivos. Refuta a visão de que a dissolução seja perigosa, como afirmou Aliomar Baleeiro, observando que, na Itália, onde o presidente tem poder de dissolver o parlamento, essa prerrogativa nunca foi utilizada, embora esteja presente para evitar crises. Destaca que, mesmo sem uso, a dissolução é uma ferramenta preventiva, essencial para assegurar a relação equilibrada entre os poderes e garantir a consulta popular quando necessário. Assim, Pilla conclui que a dissolução parlamentar é um elemento essencial no sistema parlamentar, embora, em algumas situações, possa ser utilizada apenas como uma ameaça preventiva, sem causar danos. pt_BR
dc.subject Dissolução Parlamentar; Governo de Gabinete; Democracia Representativa; Nação; Consulta Popular; Prevenção pt_BR
dc.title Microscópio: O Espantalho da Dissolução (1952-07-22) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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