Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T12:38:11Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T12:38:11Z | |
| dc.date.issued | 1952-08-03 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7059 | |
| dc.description.abstract | Argumenta que o povo brasileiro nunca teve a oportunidade de escolher o sistema de governo após a Proclamação da República, sendo o presidencialismo imposto pelos vencedores do golpe de 1889. Embora o novo regime tenha sido aceito, o povo brasileiro não se conformou com o presidencialismo, como demonstram os movimentos revolucionários logo após a Proclamação, como a Revolução Federalista de 1893 e a Revolta da Armada em setembro do mesmo ano. Esses movimentos buscavam democratizar a República por meio do parlamentarismo, mas foram derrotados. Após essas revoltas, o regime presidencialista se consolidou, com o apoio das oligarquias estaduais que fortaleceram o poder central. Ao longo da história republicana, o povo continuou sem voz e sem poder de decisão, embora tenha se rebelado em várias ocasiões. A Constituição, que garantiu o poder aos detentores do sistema presidencialista, tornou-se um dogma, e a repressão a movimentos contrários ao regime foi intensa. A luta contra a hipertrofia do poder executivo, característica do presidencialismo, foi uma constante, com destaque para a Campanha Liberal de 1929 e a Revolução de 1930, que visavam modificar o sistema de governo, mas falharam em cumprir as promessas feitas. Pilla questiona em que momento o povo brasileiro se manifestou a favor do presidencialismo, já que, na realidade, muitos movimentos, como os de Ruy Barbosa, buscaram reverter o sistema que fortalecia o poder pessoal do presidente. | pt_BR |
| dc.subject | Proclamação da República; Presidencialismo; Revolução Federalista; Revolta da Armada; Parlamentarismo; Oligarquias; Constituição | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Sem Voz, Nem Voto (1952-08-03) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |