Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T13:01:06Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T13:01:06Z | |
| dc.date.issued | 1952-08-22 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7066 | |
| dc.description.abstract | Discute a possibilidade de a oposição, especialmente a União Democrática Nacional (UDN), colaborar com o presidente Getúlio Vargas em um governo de concentração nacional. Começa apontando a desnecessidade dessa colaboração, uma vez que Vargas, embora eleito por uma minoria, conseguiu obter ampla base parlamentar, graças ao apoio de partidos que anteriormente o combatiam. O governo já tem o apoio do Congresso e os recursos necessários para a obra que alega querer realizar, não sendo, portanto, necessária a participação da oposição. Questiona também se essa colaboração seria útil. Ele argumenta que, ao integrar a oposição ao governo, isso resultaria na supressão da oposição parlamentar, que é vital para o equilíbrio do sistema democrático. Critica a ideia de um governo onde os partidos se dissolveriam no poder pessoal do presidente, característica do regime presidencialista. Para ele, a única situação em que a colaboração entre vários partidos no governo é aceitável é no sistema parlamentar, onde há responsabilidade solidária perante o Parlamento. Conclui que, além de desnecessário, o governo de concentração nacional seria prejudicial, pois levaria à dissolução dos partidos e ao enfraquecimento da oposição. Ele reflete sobre o dilema apresentado por alguns jornais, que sugerem que a oposição deve colaborar ou correr o risco de perecer, questionando se colaborar em tais condições não significaria, na verdade, começar a perecer. | pt_BR |
| dc.subject | Oposição; UDN; Getúlio Vargas; Governo; Concentração Nacional; Base Parlamentar; Congresso; Providências; Salvação Nacional; Participação; Sistema Democrático | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Dilema Inaceitável (1952-08-22) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |