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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T13:05:35Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T13:05:35Z | |
| dc.date.issued | 1952-09-28 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7068 | |
| dc.description.abstract | Descreve a profunda tristeza e o desalento que tomou conta dos deputados após uma sessão na Câmara sobre o inquérito do Banco do Brasil. O discurso de José Bonifácio esclareceu aspectos secundários, mas o verdadeiro impacto veio com a fala de Bilac Pinto, que, segundo Pilla, fez uma análise do cenário político do país comparada a uma dissecação de um corpo putrefato. A sessão, que parecia mais um funeral, deixou uma sensação de impotência nos parlamentares. Em seguida, um deputado questiona Pilla sobre a eficácia do sistema parlamentar diante de uma situação tão desmoronada. Pilla reflete que, embora a situação do país seja extremamente grave, o mal atual é o resultado de um sistema político consolidado pela irresponsabilidade, que se alastrou como um câncer nos últimos sessenta anos. A causa desse mal é bem conhecida, mas erradicá-la pode ser tarde demais. Admite, em alguns momentos, ter duvidado da possibilidade de salvação, mas acredita que ainda há esperança. Para reverter a situação, é necessário implementar uma reforma política que traga responsabilidade efetiva, restaurando os fundamentos morais da vida pública. Alerta que não se pode abandonar um país à beira da morte política, sem tentar todos os recursos possíveis para a salvação, incluindo medidas drásticas e radicais para curar a nação. | pt_BR |
| dc.subject | Câmara; Inquérito; Banco do Brasil; José Bonifácio; Bilac Pinto; Sessão; Sistema Político; Responsabilidade; Moral; Dissolução | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Medicação Extrema (1952-09-28) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |