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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T13:21:51Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T13:21:51Z | |
| dc.date.issued | 1952-09-07 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7074 | |
| dc.description.abstract | Discute a proposta de Gustavo Capanema de limitar o número de partidos políticos no Brasil a três, inspirado por modelos como o da Inglaterra e dos Estados Unidos. Questiona a viabilidade democrática dessa simplificação, destacando que a diversidade política é fundamental para a representação verdadeira da sociedade. Embora seja reconhecida a vantagem da simplificação para a governabilidade, Pilla argumenta que tal medida pode falsear o papel dos partidos, que devem representar diferentes correntes de pensamento e expressar as tendências ideológicas da população. Observa que, nos países mencionados, a ausência de múltiplos partidos não é uma imposição legal, mas uma consequência natural do contexto político e social. Ele critica a ideia de impor limites legais à formação de partidos, afirmando que essa abordagem é inadequada para o Brasil, onde o sistema político passou por uma transição abrupta da ditadura para a democracia, o que resultou na proliferação de partidos pequenos e na emergência de grandes legendas que não são, de fato, partidos políticos com um propósito ideológico claro. Sugere que a solução para essa fragmentação partidária não está na imposição de limites, mas no processo de depuração natural que viria com a maturação política do povo e o aprimoramento da vida pública. A crescente educação política seria, segundo ele, a maneira mais adequada de resolver esse problema de forma democrática e digna. | pt_BR |
| dc.subject | Gustavo Capanema; Partidos Políticos; Democracia; Simplificação; Diversidade Política; Representação; Transição; Ditadura | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: De Laski a Capanema (1952-09-07) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |