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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-14T13:40:03Z
dc.date.available 2025-02-14T13:40:03Z
dc.date.issued 1952
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7081
dc.description.abstract Critica a proposta de extinção dos pequenos partidos e a imposição de um "teto proibitivo" de um milhão de eleitores para o registro de um partido político. Destaca que o cronista da Tribuna da Imprensa, geralmente reconhecido por seu espírito liberal e democrático, surpreendeu ao apoiar essa ideia. Argumenta que, para existir partidos verdadeiros e não meros sindicatos eleitorais, é necessário dar espaço ao desenvolvimento de partidos pequenos. Ele exemplifica com o Partido Libertador, que preserva sua pureza ideológica e moral, recusando seções duvidosas, e questiona se partidos assim seriam prejudiciais à democracia. Além disso, Pilla critica a proposta de fixar um milhão de eleitores como requisito, considerando-a inconstitucional e injusta, pois excluiria cidadãos com ideologias específicas que não se enquadram nos grandes partidos. Para Pilla, isso seria uma contradição com a Constituição, que garante a representação proporcional, permitindo que as diversas correntes de opinião sejam ouvidas. Ele conclui questionando se, ao criar esse "teto proibitivo", não se estaria desrespeitando a representação das minorias no país. Pede uma reflexão mais profunda sobre a questão, solicitando ao cronista um exame mais atento sobre o impacto dessa medida na democracia. pt_BR
dc.subject Pequenos partidos; Teto proibitivo; Partido Libertador; Ideologia; Democracia; Constituição; Representação proporcional; Minorias pt_BR
dc.title Pequenos Partidos (1952) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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