Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-17T11:30:52Z | |
| dc.date.available | 2025-02-17T11:30:52Z | |
| dc.date.issued | 1952-09-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7089 | |
| dc.description.abstract | Critica a forma como o veto presidencial opera no sistema presidencialista, apontando que ele mantém características herdadas da monarquia. No Brasil, a vontade do presidente tem peso equivalente ao voto de um terço dos parlamentares, o que limita a soberania do Poder Legislativo. Historicamente, o veto surgiu como um mecanismo monárquico para frear decisões parlamentares. Com o avanço do parlamentarismo, sua necessidade desapareceu, pois o governo passou a atuar diretamente na legislatura. No presidencialismo, porém, o veto permaneceu, mas sem ser devidamente democratizado. Para Pilla, a democratização do veto implicaria transformá-lo em um simples pedido de reconsideração, sem comprometer a autoridade do Legislativo. Assim, a decisão final sobre leis deveria caber à maioria dos parlamentares, e não a um mecanismo que favorece o presidente da República. Ele menciona que na última Assembleia Constituinte, houve tentativas de reformar o veto presidencial, mas o modelo rigidamente presidencialista prevaleceu. Conclui que o presidente da República no Brasil ainda desempenha um papel semelhante ao de um monarca do século XVIII, apenas com a diferença de ser eletivo e temporário. Se o país insistir no presidencialismo, ao menos deveria corrigir essa distorção, garantindo maior equilíbrio entre os poderes e reduzindo a influência do Executivo sobre a produção legislativa. | pt_BR |
| dc.subject | Veto; Presidencialismo; Monarquia; Democracia; Parlamento; Poder Legislativo; Equilíbrio; Governo; Soberania; Constituição | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Um Antigo Monarca (1952-09-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |