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Faz uma crítica à dinâmica das eleições presidenciais, comparando os Estados Unidos com a realidade brasileira. Embora a sucessão presidencial nos Estados Unidos gere tensões, o sistema eleitoral americano é apontado como menos danoso, apesar dos vícios da propaganda eleitoral e da luta personalista. Nos Estados Unidos, a disputa por um cargo tão influente é marcada por acusações, ataques e a destruição de reputações adversárias, envolvendo até o próprio presidente na campanha, o que enfraquece a imparcialidade do cargo. Observa que, no Brasil, a situação é ainda mais grave. Embora a eleição presidencial esteja distante, o país já vive uma "campanha sucessória" marcada pela demagogia e pelo poder financeiro. Ele critica o uso de recursos financeiros para manipular o processo eleitoral e destaca a degradação dos valores morais na política. A busca incessante pelo poder, a propaganda política desleal e a corrupção moral tornam a política brasileira um campo de disputas sujas. A falta de respeito pela dignidade do cargo e pelos princípios éticos se reflete na forma como os candidatos se comportam, alimentados por interesses financeiros. Questiona se, diante desse quadro, será possível restaurar os valores morais e corrigir o curso das eleições no Brasil. |
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