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Argumenta que o Brasil precisa de um líder capaz de governar com mais do que apenas a lógica de um gerente de negócios. A ideia central surge a partir do lema de Ademar de Barros, que propôs que o país fosse conduzido por um "gerente". Destaca que, embora seja necessário organizar a administração do Brasil, reduzir o governo a uma simples gestão empresarial é inadequado. Ele afirma que a função de governar um país é muito mais complexa do que administrar uma empresa, pois envolve fatores morais e espirituais essenciais para a preservação da identidade nacional. Observa que, enquanto uma empresa como a Standard Oil busca apenas o lucro com boa gestão, o Brasil precisa de algo mais profundo: a restauração das bases morais da nacionalidade. Defende que, para enfrentar os desafios do Brasil, não é suficiente ter um "gerente" capaz e ativo. O que o país precisa são estadistas, pessoas com visão e compreensão do papel social, político e moral do Estado. Em sua crítica, coloca em dúvida a ideia de que a administração pública possa ser tratada como uma simples gestão financeira ou empresarial, sugerindo que o Brasil necessita de líderes com uma abordagem mais ampla, que possam restaurar os valores essenciais da nação. |
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