Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-17T12:26:52Z | |
| dc.date.available | 2025-02-17T12:26:52Z | |
| dc.date.issued | 1952-10-18 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7107 | |
| dc.description.abstract | Argumenta que a temporariedade dos mandatos é essencial para a democracia, mas a proibição da reeleição não é necessariamente necessária. Em princípio, todo cidadão que exerce um mandato temporário pode ser reconduzido se for essa a decisão do eleitorado. No entanto, quando se trata de cargos de grande poder, como a chefia do Poder Executivo, a reeleição pode gerar riscos. O governante reelegível pode se beneficiar de sua posição e utilizar os recursos de seu cargo para garantir sua permanência no poder, distorcendo o processo democrático. Por essa razão, muitas constituições proíbem a reeleição de presidentes, governadores e prefeitos, buscando defender a liberdade de escolha do eleitor. No entanto, aponta que essa restrição não é necessária em sistemas parlamentares, onde o chefe de Estado tem um papel mais simbólico, e nem para membros do Poder Legislativo, como deputados e senadores, cuja função se limita a representar o povo e votar. A proibição da reeleição, nesses casos, seria antidemocrática. Também defende a decisão da Comissão Especial da Câmara, que rejeitou a proposta de proibir a reeleição da Mesa, e critica o Senado por limitar a reeleição da sua Comissão Diretora a apenas uma vez. A reeleição, segundo Pilla, deve ser uma prática mais flexível, já que o bom desempenho deve ser distribuído entre várias pessoas, não restrito a um pequeno grupo. | pt_BR |
| dc.subject | Democracia; Reeleição; Cidadão; Temporariedade; Governante; Reeleição; Corrupção; Constituição; Proibição | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Reeleições (1952-10-18) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |