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Microscópio: O Projeto 1.000 (1952-10-25)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-17T12:34:07Z
dc.date.available 2025-02-17T12:34:07Z
dc.date.issued 1952-10-25
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7110
dc.description.abstract Analisa a aprovação do projeto 1.000 pela Câmara dos Vereadores do Distrito Federal, destacando que este episódio não refuta a necessidade de autonomia para o Distrito Federal. Ele argumenta que a responsabilidade pela aprovação recai mais sobre o prefeito, cuja iniciativa do projeto está diretamente ligada à sua posição de poder e à sua influência. A capitulação de certos vereadores, no entanto, revela a irresponsabilidade política predominante no regime atual. Critica a indiferença tanto do prefeito quanto dos vereadores ao clamor público contra o projeto, apontando que, enquanto o prefeito age com vaidade, os vereadores se distanciam da opinião popular, uma vez que não estão diretamente sujeitos ao escrutínio eleitoral imediato. Defende que, para que o regime democrático seja eficaz, é necessário garantir ao povo o direito de se autogovernar, permitindo-lhe corrigir seus próprios erros. Considera que a democracia parcial, ou "a meias", não pode trazer bons resultados e critica o sistema híbrido que mina a confiança popular. Ele conclui que a aprovação do projeto 1.000 é um reflexo das falhas e contradições do atual modelo político, que, longe de ser um problema da democracia, expõe as dificuldades de sua implementação verdadeira. pt_BR
dc.subject Projeto 1.000; Câmara dos Vereadores; Responsabilidade; Prefeito; Autonomia; Regime Democrático; Clamor Público; Irresponsabilidade; Governo; Sistema Político pt_BR
dc.title Microscópio: O Projeto 1.000 (1952-10-25) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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