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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-17T12:48:51Z | |
| dc.date.available | 2025-02-17T12:48:51Z | |
| dc.date.issued | 1952-10-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7113 | |
| dc.description.abstract | Critica a postura do prefeito do Distrito Federal, João Carlos Vital, que, apesar de sinais claros de desaprovação por parte do presidente da República em relação ao projeto 1.000, se recusa a pedir demissão. Embora o presidente tenha inicialmente apoiado o projeto, ele agora parece ter retirado esse apoio devido à repercussão negativa, o que, segundo Pilla, deveria ser motivo suficiente para a renúncia do prefeito. Lamenta a falta de sensibilidade política e pessoal do atual quadro de autoridades, comparando com o passado do Brasil, quando homens públicos tinham um alto senso de honra e dignidade. Nos tempos do Império, bastava um simples gesto ou palavra para que um ministro ou autoridade se demitisse em respeito à confiança do imperador. Observa que essa conduta, que ele considera essencial para a política, desapareceu no Brasil moderno, com a perda do espírito de responsabilidade e do "pundonor", ou seja, a dignidade pessoal. Segundo ele, a atual falta de comportamento digno e a resistência em renunciar, mesmo diante da perda de apoio, são reflexos da mudança de valores que ocorreram após o fim do regime parlamentarista no Império. | pt_BR |
| dc.subject | João Carlos Vital; Presidente da República; Demissão; Pundonor; Sistema Parlamentar; Império; Dignidade; Política; Projeto 1.000; Responsabilidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Escola de Dignidade (1952-10-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |