Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-17T12:55:42Z | |
| dc.date.available | 2025-02-17T12:55:42Z | |
| dc.date.issued | 1952-11-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7116 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a questão da multiplicidade partidária, defendendo que a existência de muitos ou poucos partidos não é um problema intrínseco à democracia, mas sim uma consequência das condições políticas e sociais de cada país. Ele argumenta que, enquanto em países como os Estados Unidos e a Inglaterra a pluralidade partidária é limitada devido à homogeneidade do pensamento político, em democracias como a França e a Itália, os partidos são numerosos porque a diversidade de opiniões exige representações políticas variadas. Critica a ideia de limitar artificialmente o número de partidos, considerando essa postura como antidemocrática, pois restringiria a liberdade de expressão política e a própria essência da democracia. No Brasil, reconhece que, embora haja muitos partidos, muitos deles não são genuínos partidos políticos, mas apenas legendas eleitorais. Ele defende que, ao invés de tentar eliminar os pequenos partidos, seria mais sensato permitir que o sistema democrático funcione e faça uma seleção natural, onde os partidos verdadeiramente ideológicos e com propostas consistentes prevaleceriam, enquanto os outros desapareceriam. Também critica a legislação atual que exige um número mínimo de eleitores para fundar um partido e aponta que, em sua forma atual, isso pode ser arbitrário. Ele sugere que a competição natural e as dinâmicas políticas devem ser as responsáveis pela filtragem partidária. | pt_BR |
| dc.subject | Multiplicidade partidária; Democracia; Partidos políticos; Legendas eleitorais; Seleção natural; Brasil; Condições sociais; Representação política | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Seleção Natural (1952-11-02) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |